| Princípios 2
Hoje sê grato pelas múltiplas bênçãos que recebes.
Manter um sentimento de gratidão perante a vida é viver em abundância.
Mais importante que agradecer o que já temos é agradecer aquilo que ainda não temos. Ao manifestar um sentimento de confiança perante a vida tornamo-nos um polo de atracção para a abundância.
A abundância é o nosso estado natural. Só o sentimento de escassez impresso na nossa consciência pela programação enganosa a que fomos submetidos pela sociedade em que vivemos, nos impede de aceitar tudo a que temos direito pela nossa condição de seres do Universo.
Jesus Cristo disse: Vós sereis aquilo para que olhais. Ou seja: se ao olhar (vemos) tão-somente aquilo que nos falta, então continuaremos no caminho da necessidade... Se em vez disto, estivermos conscientes da infinita abundância que nos rodeia e agradecermos os bens que temos, a abundância preencherá as nossas vidas. Também esta verdade foi ensinada por Cristo quando disse: Aos ricos (aqueles que olham para a abundância) ser-lhes-á dado mais riqueza e aos pobres (aqueles que olham a carência) ser-lhes-á tirado até o pouco que têm.
Quanto mais fixamos a nossa atenção num determinado assunto mais energia lhe damos, e por isso mais aceleramos a sua manifestação.
Quando crianças, a muitos de nós foi dito: não se deve aceitar nada de desconhecidos.
Apesar de já não sermos crianças, essa programação continua a influenciar a nossa maneira de lidar com aquilo que o Universo — isto é o desconhecido — nos quer oferecer.
Cada um de nós deve sondar as causas deste problema e procurar dissolver os bloqueios que essa programação perniciosa lhe causou. Em muitos casos é esta mesma programação que nos impede de ter sucesso nas mais diversas circunstâncias da nossa vida.
O Reiki permite dissolver os bloqueios provocados por essa programação, restabelecer a nossa função inata de dar e receber livremente.
Uma vez retomado o caminho natural, fica aberta a via para a abundância e o sucesso em todas as áreas da nossa vida.
Hoje, faz honestamente o teu trabalho.
Fazer honestamente o nosso trabalho, é, antes de mais, gostar do que fazemos. Se não gostamos do que fazemos, o nosso trabalho transforma-se em suplicio e a nossa vida um inferno. Se não nos for possível gostar do que fazemos, é urgente mudar de profissão ou de emprego.
Qualquer trabalho executado em clima de contrariedade ou ressentimento, será prejudicial para quem o executa e veneno para todos aqueles a quem se destina: o carro ou o computador terão avarias frequentes, a carta não terá resposta adequada, a doença tratada será mais difícil de curar, a comida provocará no mínimo azia no estômago ou descontrolo dos intestinos, etc.
Gostar do que fazemos é indispensável para uma vida feliz, saudável, equilibrada e abundante.
Hoje, respeita o teu semelhante e tudo o que vive.
O teu semelhante, tudo o que vive, são outras tantas células do mesmo corpo, outras tantas parcelas interdependentes do Universo de que somes parte integrante.
O respeito mutuo de todas e de cada uma das células que constituem um corpo é absolutamente fundamental para que haja harmonia e felicidade. Quando assim não é, o corpo degrada-se, fica doente e acaba por desintegrar-se. O mesmo acontece nas comunidades, quais quer que sejam.
Qualquer que seja a forma de vida existente no nosso mundo material, ela depende sempre doutras, semelhantes ou não. Não respeitar ou destruir outrem, é contribuir para a sua própria decadência a mais ou menos breve trecho.
O nosso semelhante é como um espelho onde podemos ver representada uma faceta da nossa própria personalidade. Quando não temos respeito por alguém, também não temos respeito pela parte de nós mesmos que lhe corresponde. Enquanto não nos aceitarmos e respeitarmos na nossa integralidade, não atingiremos a plenitude do nosso ser.
A prática
O trabalho prático destes três princípios dar-nos-á uma visão diferente e capacidades alagadas, que nos levarão a conhecernos melhor e a enfrentar mais eficazmente os problemas quotidianos.
|